CATEGORIA DELIBERA SOBRE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2016

25/03/2017 07/12/2020 16:54 723 visualizações

Diretoria atualizou informações sobre pontos de interesse da classe

Neste sábado,25, auditores fiscais se reuniram na sede do Sindifiscal para discutir os itens elencados na pauta da Assembleia Geral Ordinária, convocada pela diretoria do sindicato. Conforme previsto pelo edital de convocação, os presentes debateram a prestação de contas da entidade, a lei 3.174, que atualiza os rendimentos da categoria, a atualização do Ressarcimento de Despesas da Atividade Fiscal, escalas de serviço, ações judiciais e a militância do sindicato contra a Reforma da Previdência.



Seguindo a ordem estabelecida, a assembleia teve início com a aprovação unanime das receitas e despesas referentes ao exercício de 2016. A AGO foi conduzida pelo auditor fiscal Gildo Ferro que preside o Conselho fiscal. O trabalho documentado pelo conselho está disponível na área restrita do filiado.


Após a aprovação da prestação de contas, o presidente da AGO, cedeu a palavra ao presidente da entidade, Carlos Campos, que pontuou a atuação empenhada nos âmbitos administrativo e judicial em defesa da manutenção dos rendimentos previstos pela tabela da Leis 3.174. “Temos uma grande expectativa de que através do trabalho feito junto ao governo conseguiremos equacionar a questão”, afirmou.



Questionado sobre o pagamento do Redaf do corrente mês, o presidente informou que obteve informações de que o mesmo será debitado na conta dos auditores a partir de 12h da próxima segunda-feira, 27.

Na oportunidade Carlos Campos informou à categoria que por questão de composição da meta do mês de março, sem que fosse previsto queda de arrecadação no setor de combustíveis, a categoria corria o risco de não alcançar a meta estabelecida para o mês, uma vez que a diferença não apontada pelo setor em questão se aproxima dos R$ 25 milhões. O presidente esclareceu que logo que soube do problema, o Sindicato agiu no sentido de solicitar ao Secretário da Fazenda, Paulo Antenor, que determine uma verificação neste setor com o objetivo de levantar os motivos desta variação tão brusca, isso para que não ocorra o mesmo problema no futuro e que a queda de arrecadação apontada seja suprimida da meta de arrecadação do mês de março.



Escalas

Quando o assunto em foco passou a ser o regime de escalas adotado pela Secretaria da Fazenda, Campos reiterou que o Sindifiscal é a favor da autonomia das regionais para decidir sobre o modelo adotado. “Por várias vezes nós interferimos com argumentos sólidos de que não cabe alteração nas escalas. O que nós, auditores fiscais queremos, e a Secretaria da Fazenda também quer é aumentar os índices da arrecadação. Alterar a escala não significa que nós vamos ter esse resultado. Sempre que debatemos a questão a Sefaz, de forma inteligente, fez adesão a essa ideia. Com o ressurgimento desse debate, mantemos nosso posicionamento e defendemos que cada regional, de acordo com suas características e especificidades, defina o que é melhor”.



O diretor juridico do sindicato, Divaldo Andrade, fez uso da palavra para reafirmar a atuação diária do sindicato em defesa dos auditores fiscais, no âmbito judiciário. Andrade franquiou a palavra ao assessor juridico, Rodrigo Coelho, que detalhou o andamento processual das ações das Horas Extras, Ex Agas e Adicional Noturno entre outras. Uma matéria especifica para situar a categoria com relação a todas as ações está sendo preparada pela assessoria de comunicação e será publicado o quanto antes.

Reforma da Previdência




Carlos Campos retomou o uso da palavra para comentar o envolvimento do Sindifiscal na militância contra a PEC 287/16, que trata da malfadada Reforma da Previdência. “Tenho dito em declarações à imprensa que a sociedade não pode esperar apenas pelas entidades. Mas deve procurar os parlamentares pelas redes sociais e até mesmo bater em suas portas para dizer que quem votar contra o povo, será esquecido durante as próximas eleições. O que o governo quer e nos por a trabalhar até a morte nós não podemos ficar de braços cruzados esperando que façam o que bem entendem com o nosso futuro”, finalizou Após fazer um relato dos fatos que envolvem essa PEC.